quinta-feira, 11 de julho de 2013

Morador de Glória é assassinado dentro de Bar na Agrovila 3

Na noite do último dia 08/07, a cidade de Glória ficou chocada com o assassinado de mais um de seus filhos. Amaro Alves Nogueira, 51 anos, residente na agrovila 3, município de Glória, foi morto com 3 disparos de arma de fogo na cabeça.
Amaro estava em seu bar, quando uma mulher e dois homens armados com um revólver cal 32 e um cal. 38, chegaram ao local e começaram a atirar contra ele, em seguida os bandidos entraram em um veículo que estava estacionado próximo ao local, onde uma quarta pessoa aguardava para dar fuga aos meliantes.
A polícia Militar chegou ao local, mas infelizmente nenhum suspeito foi encontrado.O corpo de Amaro foi levado pelo Departamento de Polícia Técnica para o IML de Paulo Afonso.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Recesso Parlamentar 28/06 a 06/08

A Câmara Municipal de Glória entrou em recesso parlamentar no último dia 28 e só estará voltando aos trabalhos legislativos no dia 6 de Agosto, no entanto o trabalho do parlamentar deve continuar até porque os problemas do município não tiram férias bem como a necessidade do nosso povo; sendo assim quero informar a todos que o gabinete do Vereador Alex Almeida continua em pleno funcionamento, desenvolvendo o trabalho de fiscalização, atendimento ao público, visitas ás comunidades, recebendo sugestões, críticas e dando resposta a todas as solicitações oriundas da necessidade popular.

Saúde e Paz,

Alex Almeida.

terça-feira, 2 de julho de 2013

02 de Julho - Independência da Bahia


A Independência da Bahia: um dos mais intensos episódios de luta contra a dominação portugesa no Brasil.

A declaração de independência feita por Dom Pedro I, em sete de setembro de 1822, deu início a uma série de conflitos entre governos e tropas locais ainda fiéis ao governo português e as forças que apoiavam nosso novo imperador. Na Bahia, o fim do domínio lusitano já se fez presente no ano de 1798, ano em que aconteceram as lutas da Conjuração Baiana.

No ano de 1821, as notícias da Revolução do Porto reavivaram as esperanças autonomistas em Salvador. Os grupos favoráveis ao fim da colonização enxergavam na transformação liberal lusitana um importante passo para que o Brasil atingisse sua independência. No entanto, os liberais de Portugal restringiam a onda mudancista ao Estado português, defendendo a reafirmação dos laços coloniais.

As relações entre portugueses e brasileiros começaram a se acirrar, promovendo uma verdadeira cisão entre esses dois grupos presentes em Salvador. Meses antes da independência, grupos políticos se articulavam pró e contra essa mesma questão. No dia 11 de fevereiro de 1822, uma nova junta de governo administrada pelo Brigadeiro Inácio Luís Madeira de Melo deu vazão às disputas, já que o novo governador da cidade se declarava fiel a Portugal.

Utilizando autoritariamente as tropas a seu dispor, Madeira de Melo resolveu inspecionar as infantarias, de maioria brasileira, no intituito de reafirmar sua autoridade. A atitude tomada deu início aos primeiros conflitos, que se iniciaram no dia 19 de fevereiro de 1822, nas proximidades do Forte de São Pedro. Em pouco tempo, as lutas se alastraram para as imediações da cidade de Salvador. Mercês, Praça da Piedade e Campo da Pólvora se tornaram os principais palcos da guerra.

Nessa primeira onda de confrontos, as tropas lusitanas não só enfrentaram militares nativos, bem como invadiram casas e atacaram civis. O mais marcante episódio de desmando ocorreu quando um grupo português invadiu o Convento da Lapa e assassinou a abadessa Sóror Joana Angélica, considerada a primeira mártir do levante baiano. Mesmo com a derrota nativista, a oposição ao governo de Madeira de Melo aumentava.

Durante as festividades ocorridas na procissão de São José, de 21 de março de 1822, grupos nativistas atiraram pedras contra os representantes do poderio português. Além disso, um jornal chamado “Constitucional” pregava oposição sistemática ao pacto colonial e defendia a total soberania política local. Em contrapartida, novas forças subordinadas a Madeira de Melo chegavam a Salvador, instigando a debandada de parte da população local.

Tomando outros centros urbanos do interior, o movimento separatista ganhou força nas vilas de São Francisco e Cachoeira. Ciente destes outros focos de resistência, Madeiro de Melo enviou tropas para Cachoeira. A chegada das tropas incentivou os líderes políticos locais a mobilizarem a população a favor do reconhecimento do príncipe regente Dom Pedro I. Tal medida verificaria qual a postura dos populares em relação às autoridades lusitanas recém-chegadas.

O apoio popular a Dom Pedro I significou uma afronta à autoridade de Madeira de Melo, que mais uma vez respondeu com armas ao desejo da população local. Os brasileiros, inconformados com a violência do governador, proclamaram a formação de uma Junta Conciliatória e de Defesa instituída com o objetivo de lutar contra o poderio lusitano. Os conflitos se iniciaram em Cachoeira, tomaram outras cidades do Recôncavo Baiano e também atingiram a capital Salvador.

As ações dos revoltosos ganharam maior articulação com a criação de um novo governo comandado por Miguel Calmon do Pin e Almeida. Enquanto as forças pró-independência se organizavam pelo interior e na cidade de Salvador, a Corte Portuguesa enviou cerca de 750 soldados sob a lideranaça do general francês Pedro Labatut. As principais lutas se engendraram na região de Pirajá, onde independentes e metropolitanos abriram fogo uns contra os outros.

Devido à eficaz resitência organizada pelos defensores da independência e o apoio das tropas lideradas pelo militar britânico Thomas Cochrane, as tropas fiéis a Portugal acabaram sendo derrotadas em 2 de julho de 1823. O episódio, além de marcar as lutas de independência do Brasil, motivou a criação de um feriado onde se comemora a chamada Independência da Bahia.

Por Rainer Sousa
Graduado em História

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Líder da oposição, Alex Almeida (PDT), questiona sobre a taxa de esgoto na cidade de Glória(BA)

Em um balanço do primeiro semestre na Câmara de Glória, a jornalista Ivone Lima ouviu o líder da oposição Marcos Alexsandro. Segue a entrevista com os detalhes a abaixo:


Ivone Lima – A principal reivindicação da oposição é a tarifa zero para taxa de esgoto?
vereador alex almeida
Alex Almeida: Nós produzimos muito nesses primeiros meses, conseguimos muitas conquistas para a população de Glória, mas em relação à taxa de esgoto um decreto do Estado da Bahia estabelece 80% para todos os municípios, ocorre que conforme a nossa Lei Orgânica, nós sabemos que legisla sobre o assunto no nosso município é a Câmara e o executivo.
Ivone Lima – Mas existe um parecer técnico que permita taxa zero, sem custos exorbitantes para o município?
Alex Almeida: Eu acho muito alta 80% em qualquer cidade, independente disso, os serviços feitos aqui em Glória pelas obras do PAC, tem o objetivo de preservação do Rio, e não é justo que a população pague por isso. Embora a taxa zero seja radical, durante o recesso gostaríamos que a Câmara estudasse bem a proposta de pelo menos reduzir significadamente essa tarifa.
Ivone Lima – Já foi feito alguma coisa parecida no Estado da Bahia?
Alex Almeida: Sim, em alguns deles já reduziram a zero. O que eu penso na verdade é que em Glória tenha uma taxa condizente com a sua realidade, sem prejudicar os serviços.
Ivone Lima – O senhor também chamou atenção para a proliferação de lotes que certamente terão toda infra-estrutura nas contas do município, por quê?
Alex Almeida: Nós trabalhamos exatamente para o desenvolvimento de Glória, não sou contra o crescimento do nosso, município, muito pelo contrário. Mas que esse crescimento seja feito de forma ordenada. São 1600 lotes ocupados hoje, desses 1000 estão ocupados, com casas e os outros estão sem ocupação. E há uma expectativa de mais 1100 terrenos, para que esses terrenos sejam viabilizados. Falta esses proprietários mandarem ao executivo um projeto que conste as questões: saneamento, iluminação públicas, drenagem fluvial, abastecimento de água etc.
Ivone Lima – Mas como acontece então?
Alex Almeida: Não há controle. São instalados indiscriminadamente, por isso eu deixei a reflexão para que a Câmara pense como pode mudar essa realidade, porque é imperial que essa venda de lotes seja feita de forma legal, sem prejudicar nem as pessoas que compram nem as administrações futuras. O que nós queremos é uma política fundiária para o município baseada em leis federais e municipais para não prejudicar o crescimento do município.

sábado, 22 de junho de 2013

Glória -BA: Veja como foi a Audiência pública com a EMBASA na Câmara de Vereadores

Por: Denise Cordeiro

Aconteceu na manhã dessa quinta-feira (20), na Câmara de vereadores da cidade de Glória – BA, uma audiência pública realizada pela Empresa Baiana de Água e Saneamento - EMBASA – Unidade Regional de Paulo Afonso. Estiveram presentes, vereadores, a prefeita do município, Ena Vilma Negromonte, representantes da sociedade civil organizada, o engenheiro da EMBASA, João Carlos e Flávio Feitosa, Gerente Regional.
A audiência foi de muita importância para os munícipes e teve, além das explicações técnicas dos profissionais sobre os problemas, o tempo para que a população se pronunciasse, fizessem suas reclamações e tirassem qualquer dúvida. Na exibição com projetor, foram mostradas as leis e explicado o Marco regulatório – Sistema de esgotamento sanitário, que segundo o engenheiro, João Carlos, “o município de Glória está de parabéns pela iniciativa em fazer uma obra, como o Balneário canto das Águas, com um sistema de esgotamento sanitário preciso e bem estruturado”.
O presidente do poder legislativo municipal, Nido de Dotor, falou sobre a importância dessa audiência para Glória. “Nós sabemos que temos em torno de 60% a 70% do esgotamento sanitário e 30% a 40% que será a segunda etapa. É muito importante receber essa equipe técnica pra nos dar esclarecimentos sobre o sistema, desde o tratamento na captação até a chegada nas torneiras das casas. Uma preocupação pertinente da população é com o valor que irão pagar sobre o serviço que já vem sendo disponibilizado, aqui na sede do município. Os moradores irão pagar 80% do valor para ter sua água tratada nas suas residências”.
O gerente regional, Flávio Feitosa, falou sobre a transparência com que a EMBASA vem trabalhando e da volta de uma sede para o município. “É muito importante nós trabalharmos com transparência e passar para a população as informações necessárias e assim, deixá-los consciente de como são os serviços de saneamento e esgotamento – que irão propiciar a essa cidade, a melhoria na qualidade de vida, fazendo com que a população não sofra com problemas de saúde”.
“Glória já está operando com 70% de cobertura que é um passo importante para a qualidade de vida das pessoas, existirão também outras etapas a serem feitas, mas o propósito aqui é atender 100% da população e dessa maneira, não será gerado esgoto inatura para o Rio São Francisco - muito importante para essa região”.
“Eu tenho plena convicção que a falta de uma loja fixa para atender a população gera transtorno, mas a partir do mês que vem, nó estaremos montado outra loja, ainda não definimos o local exato, mas nós vamos fazer isso para melhor atender a sociedade”.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Hino Nacional - Zezé di Camargo

Em tempos de manifestações por melhorias para o Povo Brasileiro sempre é bom prestigiar nossos símbolos, o Hino Nacional Brasileiro é um destes símbolos. E quando é cantado por um grande artista como Zezé di Camargo é simplesmente emocionante. É a união do amor à nossa pátria e o orgulho da nossa cultura.

Que o Brasil e os brasileiros sejam os grandes vitoriosos após esse momento importante da nossa história. Viva o Brasil!!